ABRACADABRA:

O  cinema NA rua: bordas e brechas na cidade do Rio de Janeiro
Tatiane Mendes Pinto

A intenção do presente trabalho é pesquisar a experiência de cinema NA rua como forma de solidariedade, ocupação e reexistência. Tomamos como questão central a seguinte pergunta: O que ocorre quando o cinema ocupa a rua?  O fio condutor da investigação se estabelece a partir dos pressupostos teóricos de Judith Butler (2018) para pensar o cinema NA rua como forma política, com um significado para além do discurso, mas corporal, coletivo e performático. A partir de tal afirmação, intenciona-se investigar as potências políticas de experiências de cinema que ocorrem em espaços urbanos. A hipótese apresentada é a de que as experiências de sons, imagens e afetos constroem deslocamentos dos sujeitos na urbe, convidando-os a existirem coletivamente neste espaço, que afirmamos ser comunicacional por excelência.  

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